sábado, 25 de mayo de 2013

GOVERNO VENEZUELANO ACTIVA AS REUNIOES POR SETORES PRODUTIVOS

O ENCONTRO NACIONAL DO GOVERNONO CON OS SETORES  PRODUCTIVOS DA VENEZUELA MOSTRA O INTERESSE DOS DIFERENTES MINISTERIOS PARA RESOLVER A ESCASSEZ DE ALGUNS PRODUTOS NO MERCADO E FALTA DE DIVISAS PARA IMPORTAR. TAMBEM A PREOCUPACAO PELOS PAGAMENTOS RETRASADOS DESDE O ANO PASSADO. AO MESMO TEMPO HA UMA PREOCUPACAO PARA ACTIVAR A PRODUCAO NACIONAL E

jueves, 28 de marzo de 2013

SICAD - NAO SE SOUBE A QUANTO FOI A PARIDADE NEGOCIADA NO PRIMEIRO LEILAO DE DOLARES


  •  |  EL UNIVERSAL
jueves 28 de marzo de 2013  10:03 AM
Caracas- El Ministerio de Planificación y Finanzas anunció ayer los resultados de la primera subasta de divisas a través del Sistema Complementario para la Adquisición de Divisas (Sicad). Entre 383 empresas se repartieron los 200 millones de dólares ofertados en esta oportunidad, a un tipo de cambio desconocido oficialmente.

Esta particularidad de no haber publicado la tasa promedio que ofertaron las empresas por los dólares invita a Barclays Capital a sugerir que ayer se produjo una fuerte devaluación del bolívar, la segunda en 47 días.

"La primera explicación de por qué el Gobierno no anunció el precio de la primera subasta del Sicad parece ser que hubo una significante devaluación de la moneda"
, indica la nota de la banca de inversión.

Barclays agrega que ante este posible escenario las autoridades decidieron no revelar el precio promedio de las posturas por los dólares, y así "evitar el costo político del anuncio de una segunda devaluación en menos de dos meses".

La nota explica que si el tipo de cambio hubiese estado cerca de la tasa oficial de 6,30 bolívares por dólar, "hubiese sido un éxito para el Gobierno y hubiese estado feliz de publicitarlo". "En nuestra opinión el Gobierno considera inconveniente publicar esta información y anunciar una segunda devaluación con elecciones presidenciales en tres semanas".

De acuerdo a información extraoficial del Banco Central de Venezuela (BCV) el tipo de cambio promedio de la subasta fue de 12,5 bolívares por dólar. Asimismo, firmas de análisis señalaron que la postura de las empresas estuvo en torno a los 14 bolívares y 15 bolívares por dólar.

Estas tasas implicarían una tasa promedio de 13 bolívares, lo cual aumentaría en 145% el costo de la divisas norteamericana frente al bolívar, en comparación con el tipo de cambio que se transaba en el Sitme de 5,30 bolívares por dólar.

martes, 19 de marzo de 2013

DATOS MACROECONOMICOS DE BRASIL 2012

SUPERFICIE:
8.547.403 Km2
SITUACIÓN GEOGRAFICA:
Este de América del Sur
LENGUA OFICIAL:
Portugués
MONEDA:
Real (R$) (Dividido en 100 centavos)
CAPITAL:
Brasilia
PRINCIPALES CIUDADES:
Sao Paulo, Río de Janeiro, Salvador, Horizonte, Fortaleza, Brasilia, Curitiba, Recife, Manaos







INDICADORES ECONOMICOS BRASIL AÑO 2012
AÑO 2012
INFLACION
5.84 %
TASA DE CAMBIO R$
R2,03/ US$
PIB US$
2.282 mil de millones (PPA)
EXP. TOTAL US$
242,5 mil  millones
IMP. TOTAL US$
223,14  mil millones 
RESERVAS BCB  US$
352 mil millones
TASA DE INTERES
   7.50 % (Sflic)
INVERSIONES EXTRANJERAS  US$      
66.6  mil millones
COMERCIO BILATERAL U$$
  6,0  mil millones
IMPORTACION  VENEZUELA US$         
  5,0  mil millones
EXPORTACION VENEZUELA-BRAZIL US$ 
 1,0   mil millones


DATOS   POR  REGIONES  

REGION
AREA(Km2)
POBLACION /Millares
NORTE  (verde)
3.815.560
15.732
NORDESTE  (rojo)
1.556.001
51.031
SURESTE (azul oscuro)
924.266
 80.362
SUR (lila)
575.316
                 27.385
CENTRO-OESTE (azul claro)
1.604.852
                 14.057    



BRASIL
8.511.996
190.567
(Censo 2010)


UNIDADES  DE FEDERACIÓN


martes, 5 de febrero de 2013

EXPECTATIVA DE LA ECONOMIA BRASILEÑA EN 2013


A economia brasileira vai melhorar no próximo ano, mas a exportação continuará em marcha lenta, segundo as primeiras projeções oficiais das contas externas de 2013, divulgadas na terça-feira pelo Banco Central (BC). O superávit comercial deverá diminuir de US$ 19 bilhões neste ano para US$ 17 bilhões em 2013, porque o valor importado ainda crescerá mais velozmente que a receita das vendas ao exterior. Mesmo sem detalhes, o recado parece claro: o aumento da demanda interna será em boa parte coberto por produtores de fora, embora o mercado brasileiro ainda seja um dos mais fechados do mundo. A indústria nacional crescerá, mas em ritmo ainda moderado e com muita dificuldade para enfrentar a concorrência estrangeira. O otimismo exibido pelos dirigentes do BC, em suas manifestações públicas, fica um tanto murcho quando se examinam as novas projeções do balanço de pagamentos publicadas pela instituição.
Os economistas do BC elevaram de US$ 18 bilhões para US$ 19 bilhões o superávit comercial estimado para este ano. O valor previsto para as exportações foi reduzido de US$ 248 bilhões para US$ 245 bilhões. No caso das importações, o corte foi um pouco maior, de US$ 230 bilhões para US$ 226 bilhões. A revisão parece compatível com as últimas informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. De janeiro até a segunda semana de dezembro, o País exportou US$ 233,1 bilhões e importou US$ 215,1 bilhões.
Se os búzios, cartas e bolas de cristal do BC estiverem bem regulados, o valor exportado pelo Brasil neste ano será 4,3% menor que o de 2011. O valor da importação praticamente se repetirá. No próximo ano, a receita será 9,4% maior que a deste ano e apenas 4,7% superior à de 2011. A despesa será 11,1% maior que a de 2012. O superávit encolherá 10,5% em 2013, depois de já ter diminuído 36,2% neste ano.
Moeda depreciada e barreiras protecionistas nunca serão suficientes para compensar as ineficiências do sistema produtivo
Faltam, na tabela do BC, detalhes sobre a evolução das vendas de produtos básicos e de manufmanufaturados. De toda forma, os autores das projeções parecem pouco ou nada otimistas quanto aos efeitos da depreciação cambial. Nos 12 meses terminados em outubro, houve um ajuste de 11,9% na taxa de câmbio real efetiva (ponderada pela participação dos 15 maiores parceiros nas exportações brasileiras). Em relação ao dólar americano, a depreciação da moeda brasileira chegou a 11%. Os empresários industriais aplaudem o ajuste cambial realizado até agora, mas defendem uma desvalorização maior. Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, a cotação de equilíbrio deve estar na faixa de R$ 2,30 a R$ 2,40 por dólar.
Enquanto isso, o BC intervém no mercado para manter a taxa abaixo de R$ 2,10 e eleva de US$ 1 bilhão para US$ 3 bilhões o limite das posições vendidas dos bancos. Superado o teto, passa a valer o depósito compulsório de 60%. O objetivo, também nesse caso, é conter a alta do dólar. Falta ver como será a política depois de encerradas as pressões da virada de ano. Mas o pessoal do BC parece disposto, pelas indicações dos últimos dias, a tomar cuidado para evitar mais pressões inflacionárias. Isso deve restringir tanto o afrouxamento monetário quanto a depreciação cambial. O presidente do BC, Alexandre Tombini, também mencionou, num encontro com jornalistas em Brasília, na segunda-feira, as perspectivas de moderação nos aumentos salariais e na expansão do crédito nos próximos meses.
Se essas condições forem confirmadas, os estímulos à expansão do consumo privado serão menos intensos do que foram até este ano, mas a preservação de um bom nível de emprego ainda poderá proporcionar às famílias a segurança necessária para ir às compras. De toda forma, será indispensável uma taxa maior de investimento para garantir um crescimento mais veloz, provavelmente no intervalo de 3% a 4%.
Se governo e setor privado investirem o equivalente a uns 20% do Produto Interno Bruto (PIB), 2013 estará quase certamente salvo. Mas será preciso mais que isso para impulsionar uma expansão na faixa de 4% a 5% por vários anos. Além disso, será necessário cuidar da eficiência e da qualidade do investimento, dois itens amplamente negligenciados no setor público. Não basta, por exemplo, gastar bilhões de dólares numa refinaria mal planejada, num petroleiro lançado muito antes de ter condições de navegar ou em instalações de geração de energia sem linhas de transmissão. A médio e a longo prazos, são esses os detalhes realmente importantes, muito mais que a taxa de câmbio. Moeda depreciada e barreiras protecionistas nunca serão suficientes para compensar as ineficiências do sistema produtivo. Curiosamente, alguns empresários e economistas parecem acreditar nisso.

domingo, 23 de diciembre de 2012

RELACIONES VENEZUELA BRASIL 2011 A 2012

AD MEMOIRE- RELACIONES VENEZUELA BRASIL EN EL GOBIERNO DE DILMA ROUSSEFF 2011-2012 
6 Y 7 DE DICIEMBRE 2012 

REUNIÓN DE LA COMISIÓN PRESIDENCIAL -EN EL MARCO DE LA PRIMERA REUNIÓN EN PLENO DE VENEZUELA AL MERCOSUR EN BRASILIA.
El Ejecutivo venezolano acordó con Brasil 779 Códigos de productos sensibles y con Argentina 609. Simultáneamente Venezuela tendrá 485 excepciones con terceros países. Posiblemente la condición de sensibilidad podrá ir hasta 2014 o al vencimiento del ACE 59.Venezuela continuara aplicando las condiciones de licencias de importación.                                        
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Cronogramas de Desgravámenes del Arancel Externo ante terceros países – La primera se aplicara en Abril 2013 (28,1%) , la segunda fase será en Abril 2014 abarcara (18,3%) de los códigos, la tercera en Abril 2015 (14,1%) y para 2006 queda 17% de los aranceles.
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6 Y 7 DICIEMBRE 2012 - FÓRUM EMPRESARIAL DEL MERCOSUR EN PARALELO A LA REUNION PLENA DE VENEZUELA AL MERCOSUR. PARTICIPACIÓN DE UNA DELEGACIÓN VENEZOLANA DE EMPRESARIOS EN BRASILIA. 
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1° DE NOVIEMBRE 2012 - RECIBIMIENTO DEL CANCILLER BRASILEÑO ANTONIO PATRIOTA POR EL SR. PRESIDENTE HUGO CHÁVEZ FRÍAS EN CARACAS.

11 DE OCTUBRE 2012 – CREACION DE LA MISIÓN MERCOSUR, tiene por objetivo promover el Pais en el Bloque Mercosur y la Región. El Mercosur debe ir al Caribe, a la Amazona y al Rio Plata conjugando su condición de Potencia Alimenticia, Energética e Hídrica.
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31 DE JULIO 2012 - INGRESO FORMAL DE VENEZUELA A MERCOSUR. Encuentro de los Presidentes de Brasil, Argentina, Uruguay con el Sr. Presidente Hugo Chávez Frías y la firma definitiva del Ingreso de Venezuela al Mercosur. 
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30 JULIO 2012 – CREACION DE LA COMISION PRESIDENCIAL PARA EL MERCADO COMUN DEL SUR (MERCOSUR) –GACETA OFICIAL 39974 DE 30-07-2012  
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25 A 27 JULIO 2012 – RECIBIMIENTO DE UN ADELEGACION DE BRASIL POR EL PRESIDENTE HUGO CHAVEZ FRIAS EN CARACAS – PARA EVALUAR LOS DETALLES DEL INGRESO DE VENEZUELA AL MERCOSUR. 
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01 - DICIEMBRE 2011 - PRIMERA VISITA OFICIAL A VENEZUELA DE LA PRESIDENTA REPÚBLICA FEDERATIVA DEL BRASIL, DILMA ROUSSEFF EN EL MARCO DE LA REUNIÓN DE CELAC . 
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06 DE JUNIO DE 2011 - ENCUENTRO PRESIDENCIAL DE HUGO CHAVEZ FRIAS CON LA PRESIDENTA DE BRASIL DILMA ROUSEFF EN BRASILIA. 
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01 DE ENERO DE 2011- TOMA POSECION LA PRESIDENTA DE BRASIL – DILMA ROUSEFF – IDA DEL PRESIDENTE HUGO CHAVEZ A BRASILIA.

viernes, 21 de diciembre de 2012

COMERCIO BILATERAL CIERRA EN 5,5 MILLARDOS DE DOLARES DE ENERO A NOVIEMBRE

EL COMERCIO BILATERAL VENEZUELA BRASIL CERRO EN 5,5 MILLARDOS DE DOLARES
DE ENERO A NOVIEMBRE 2012

LAS IMPORTACIONES DE VENEZUELA DESDE BRASIL CERRO EN NOVIEMBRE EN 4.635 MILLONES DE DOLARES Y EXPORTACIONES DE 956 MILLONES DE DOLARES. ENTRE LOS PRINCIPALES IMPORTADOS SE ENCUENTRA EN PRIMER LUGAR CARNE DESHUESADA 388 MILLONES DE USD; SEGUNDO OTROS ANIMALES VIVOS 373 MILLONES; TERCERO AZUCAR DE CAÑA 256 ; CUARTO CARNE DE POLLO 176 MILLONES ; QUINTO APARATOS PARA DESTILACION DE ALCOHOL 143 M; SEXTO , MAQUINAS PARA FABRICAR PAPEL 137 M ; OTRAS PREPARACIONES PARA ELABORAR BEBIDAS 112 M : AVIONES DE PASAJEROS EMBRAER 109 M ; CONSTRUCIONES PREFABRICADAS DE HIERRO Y ACERO OTROS TRACTORES Y CAUCHOS PARA CAMIONES Y AUTOBUSES.

DE LAS PRINCIPALES EXPORTACIONES : 1) NAFTAS PARA PETROQUIMICA 423 MILLONES DE DOLARES ; 2) COQUE DE PETROLEO 114 ; METANOL 64 MILLONES ; UREA 40 MILLONES ; LAMINAS DE HIERRO 37 M ; ENERGIA ELECTRICA 34 M; AZUFRE A GRANEL 20,9 M ;LIGAS DE ALUMINIO 19,2 M Y BUTANO LIQUIDO 18,9 M

domingo, 2 de diciembre de 2012