viernes, 7 de septiembre de 2012
NUEVA PROTECCION TARIFARIA ALCANZA 4% DE LA IMPORTACION BRASILEÑA
Nova proteção tarifária atinge 4% da importação
Exclusivo para assinantesPara ler a matéria completa faça seu login ou cadastre-se O governo ergueu uma forte barreira de proteção à indústria nacional ao elevar a alíquota de importação de cem produtos para até 25%. A medida é um complemento polêmico às ações positivas de redução da carga tributária e de custo de capital adotadas para melhorar a competitividade industrial. Os produtos escolhidos compuseram cerca de 4% das importações do país de janeiro a julho, que somaram US$ 4,8 bilhões em compras externas. O governo prevê nova lista com mais cem produtos em outubro.
Os setores beneficiados avaliam que a medida é suficiente para conter a concorrência externa em seus pontos mais críticos e, em sua maioria, ficaram satisfeitos com a lista de produtos. Ela deixou de fora mais de 200 pedidos de associações industriais.
....No setor químico, as novas alíquotas atingirão produtos cujas compras, de janeiro a julho, atingiram US$ 1,1 bilhão, ou 5% do total importado pelo segmento, estima Denise Naranjo, diretora da Associação Brasileira da Indústria Química. Entre 33 pedidos, 19 itens foram contemplados.
Marco Polo Lopes, presidente do Instituto Aço Brasil, prevê que o aumento da alíquota de importação do aço de 12% para 25% vai conter as importações ainda neste semestre. "A nova alíquota poderá estancar a grande leva de pedidos antecipados de importação por conta da entrada em vigor da resolução 72, a partir de janeiro de 2013, que vai por fim à guerra fiscal nos portos", diz Lopes.
Os seis produtos apontados pela Associação Brasileira do Alumínio foram contemplados pela ação do governo. Segundo Adjarma Azevedo, presidente da entidade, eles representaram 48% do volume total importado pelo setor em 2011.
Em vários segmentos, o aumento da Tarifa Externa Comum (TEC) vai favorecer, além da indústria brasileira, as indústrias do Mercosul, em especial da Argentina, que são, para alguns produtos, o terceiro ou quarto fornecedores do país. Antes dos argentinos, na maioria dos casos, estão China e Estados Unidos.
As ações PNA (17,96%) e ON (9,43%) da Usiminas foram destaque de valorização na bolsa. "Cerca de 60% dos produtos da empresa concorrem com importados", explicou o analista Pedro Galdi, da SLW Corretora.
Leia mais em:
http://www.valor.com.br/brasil/2820080/nova-protecao-tarifaria-atinge-4-da-importacao?utm_source=newsletter_manha&utm_medium=06092012&utm_term=nova+protecao+tarifaria+atinge+4+da+importacao&utm_campaign=informativo&NewsNid=2819468#ixzz25pxoUzJy
martes, 28 de agosto de 2012
CAVENBRA V BUSCA REPRESENTANTE EN VENEZUELA SECTOR AGRICOLA
Para: CARACAS VENEZUELA - EX 6438/BancodoBrasil@BancodoBrasil
De: F2574837 Dyane Rech/BancodoBrasil
Fecha: 15/08/2012 12:23
cc: F3298857 Flavio de Andrade Ribeiro/BancodoBrasil@BancodoBrasil
Asunto: CONSULTORIA - Prospecção
Sr. gerente,
A empresa Indústria de Máquinas e Implementos Agrícolas K.F. Ltda (http://www.industrialkf.com.br), CNPJ 00.717.453/0001-33, está demandando a consultoria da Gecex Caxias do Sul a fim de prospectar novos negócios na área de comércio exterior, especialmente no âmbito de exportação.
Sabemos que a América Latina é uma região de grande potencial agrícola, e consequentemente de mercado consumidor de maquinários e implementos produzidos por esta empresa. Seus principais produtos a serem negociados são semeadores/adubadores (NCM 84323010) e partes de máquinas agrícolas (84329000), dentre outros maquinários.
Deste modo, solicitamos vossa assessoria para nos indicar empresas passíveis de comercialização com a Indústria K.F. que possam importar estes produtos. Aguardamos contato através deste e-mail ou pelo fone 55 54 3220-2600.
Atenciosamente,
Dyane Rech
Consultoria
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Esta mensagem é destinada exclusivamente ao seu destinatário e pode conter informações confidenciais protegidas por sigilo
profissional ou cuja divulgação seja proibida por lei. O uso não autorizado de tais informações é proibido e está sujeito às pe-
nalidades cabíveis. Se você recebeu essa mensagem por engano ou não é seu destinatário, por favor avise imediatamente o
remetente, respondendo o e-mail e em seguida apague-o. Agradecemos sua cooperação.
is message is intended exclusively for is addressee and may contain information that is confidential, protected by a professi-
onal privilege or which disclosure is prohibited by law. Unauthorized use of such information is prohibited and subject to applica-
ble penalties. If you have received this message in error or are not the name addressee, please advise the sender immediately
by replying this e-mail and delete the message. Thank you for your cooperation.
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Evite imprimir este documento...
CAMARA DE COMERCIO E IND. VZLANO-BRASILERA (CAVENBRA)
RIF J-30456991-2
AV LIMA TORRE PHELPS PISO 14 OF 14-01 PLAZA VENEZUELA,
CARACAS TLFS. 212-7936227 7932355 4253993
cavenbra2008@gmail.com
www.cavenbra.org
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De: F2574837 Dyane Rech/BancodoBrasil
Fecha: 15/08/2012 12:23
cc: F3298857 Flavio de Andrade Ribeiro/BancodoBrasil@BancodoBrasil
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Sr. gerente,
A empresa Indústria de Máquinas e Implementos Agrícolas K.F. Ltda (http://www.industrialkf.com.br), CNPJ 00.717.453/0001-33, está demandando a consultoria da Gecex Caxias do Sul a fim de prospectar novos negócios na área de comércio exterior, especialmente no âmbito de exportação.
Sabemos que a América Latina é uma região de grande potencial agrícola, e consequentemente de mercado consumidor de maquinários e implementos produzidos por esta empresa. Seus principais produtos a serem negociados são semeadores/adubadores (NCM 84323010) e partes de máquinas agrícolas (84329000), dentre outros maquinários.
Deste modo, solicitamos vossa assessoria para nos indicar empresas passíveis de comercialização com a Indústria K.F. que possam importar estes produtos. Aguardamos contato através deste e-mail ou pelo fone 55 54 3220-2600.
Atenciosamente,
Dyane Rech
Consultoria
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lunes, 13 de agosto de 2012
EMPRESAS EXPORTADORAS DE GANADO - BRASIL
El 1 de agosto arribaron al puerto de Puerto Cabello seis mil 650 bovinos, tres mil 351 toneladas provenientes de Brasil fue el segundo lote de ganado importado por empresas privadas
Martes, 07 Agosto 2012 00:00 ( LA VERDAD)
Récord de importación de reses vivas aumenta en agosto. Solo en la primera semana ingresaron nueve lotes. El Gobierno aprobó la compra de 16 mil 300, además de ocho mil 247 toneladas importadas por empresas privadas para la comercialización y por firmas cooperativistas de distribución a cadenas oficiales.
El 1 de agosto arribaron al puerto de Puerto Cabello seis mil 650 bovinos, tres mil 351 toneladas provenientes de Brasil fue el segundo lote de ganado importado por empresas privadas.
El primer grupo de animales arribó dos días antes. Sumó nueve mil 650 cabezas, cuatro mil 896 toneladas para el beneficio y venta de carne de res.
Tres exportadoras brasileñas lograron la colocación en nueve empresas nacionales. Kaiapos Fabril, Agroexport y Minerva ubican en el mercado más inventarios que la producción nacional.
Fedenaga señaló en la asamblea anual del gremio las restricciones para la ganadería frente al control de precios, alza de precios de los insumos y escasez de fertilizantes para el mejoramiento de los pastos. Destacó la entrada de productos extranjeros que desplazan los criollos.
Brasil es el principal vendedor de carne congelada y deshuesada, y ganado a Venezuela. El negocio binacional se afinó en dos planes alimentarios: cría de animal para aumentar la reproducción y de reses vivas al matadero para la comercialización de carnes.
Por Puerto Cabello, Carabobo, ingresó la mayoría de las importaciones para la matanza. En Zulia y Anzoátegui se reportaron inventarios de reses para la reproducción en los centros genéticos creados por el Gobierno nacional.
Martes, 07 Agosto 2012 00:00 ( LA VERDAD)
Récord de importación de reses vivas aumenta en agosto. Solo en la primera semana ingresaron nueve lotes. El Gobierno aprobó la compra de 16 mil 300, además de ocho mil 247 toneladas importadas por empresas privadas para la comercialización y por firmas cooperativistas de distribución a cadenas oficiales.
El 1 de agosto arribaron al puerto de Puerto Cabello seis mil 650 bovinos, tres mil 351 toneladas provenientes de Brasil fue el segundo lote de ganado importado por empresas privadas.
El primer grupo de animales arribó dos días antes. Sumó nueve mil 650 cabezas, cuatro mil 896 toneladas para el beneficio y venta de carne de res.
Tres exportadoras brasileñas lograron la colocación en nueve empresas nacionales. Kaiapos Fabril, Agroexport y Minerva ubican en el mercado más inventarios que la producción nacional.
Fedenaga señaló en la asamblea anual del gremio las restricciones para la ganadería frente al control de precios, alza de precios de los insumos y escasez de fertilizantes para el mejoramiento de los pastos. Destacó la entrada de productos extranjeros que desplazan los criollos.
Brasil es el principal vendedor de carne congelada y deshuesada, y ganado a Venezuela. El negocio binacional se afinó en dos planes alimentarios: cría de animal para aumentar la reproducción y de reses vivas al matadero para la comercialización de carnes.
Por Puerto Cabello, Carabobo, ingresó la mayoría de las importaciones para la matanza. En Zulia y Anzoátegui se reportaron inventarios de reses para la reproducción en los centros genéticos creados por el Gobierno nacional.
MERCOSUR SE VIAJARA SIN PASAPORTE
Mercosur: se viajará sin pasaporte por países miembros
Solo se necesitará la cédula de identidad
Los venezolanos podrán viajar por los países miembros del Mercosur con la sola presentación de su cédula de identidad, una vez que sean suscritos los protocolos y acuerdos necesarios, informó el diputado Rodrigo Cabezas, presidente del Parlatino Capítulo Venezuela, quien precisó que se avanzará rápidamente en la aplicación de uno de los principios de este sistema de integración suramericana, el cual es, favorecer la libre circulación en su mercado de personas, servicios y bienes.
Solo se necesitará la cédula de identidad
Los venezolanos podrán viajar por los países miembros del Mercosur con la sola presentación de su cédula de identidad, una vez que sean suscritos los protocolos y acuerdos necesarios, informó el diputado Rodrigo Cabezas, presidente del Parlatino Capítulo Venezuela, quien precisó que se avanzará rápidamente en la aplicación de uno de los principios de este sistema de integración suramericana, el cual es, favorecer la libre circulación en su mercado de personas, servicios y bienes.
martes, 20 de marzo de 2012
IPEA PREVIENE 3,5% DEL PIB PARA 2012 Y TASA DE CAMBIO 1,75 PARA EL FIN DE AÑO
ECONOMIA - Setor produtivo prevê avanço de 3,5% do PIB em 2012, aponta Ipea
Associações também acreditam em taxa de câmbio de R$ 1,75 no fim do ano.
Pesquisa Sensor divulgada nesta segunda-feira mostra que a previsão do governo para o crescimento da economia não está alinhada com a expectativa de associações do setor produtivo brasileiro consultadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Enquanto a projeção do governo Dilma Rousseff é de crescimento de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2012, uma média das previsões de 44 entidades consultadas pelo Ipea aponta para um avanço de 3,5%.
Diferenças ocorrem também na expectativa sobre a taxa de câmbio média para o ano e no crescimento da taxa de investimento. Enquanto a equipe econômica do governo projeta câmbio de R$ 1,80 no fim de 2012, as 44 entidades acreditam em uma taxa de câmbio de R$ 1,75. Em relação à Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), o Sensor prevê alta de 8,2% no ano, aquém dos 10% projetados pelo governo federal.
Para a inflação do ano, a taxa média do Sensor ficou em 5,3%, acima da meta estipulada pelo governo de 4,5% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Nesse quesito, as respostas das associações consultadas variaram entre 5,2% e 5,5%.
A previsão registrada pelo Ipea para a taxa de juros básica da economia (Selic) ficou em 9,5% ao ano - atualmente ela está em 9,75%. Em relação à geração de empregos em 2012, as entidades acreditam em criação de 1,9 milhão de postos de trabalho no ano, enquanto o governo Dilma projeta 2 milhões de novas vagas.
Entre os indicadores de comércio exterior, as projeções apresentadas pela pesquisa do Ipea para exportação e importação ficaram, respectivamente, em US$ 264 bilhões e US$ 244 bilhões.
Associações também acreditam em taxa de câmbio de R$ 1,75 no fim do ano.
Pesquisa Sensor divulgada nesta segunda-feira mostra que a previsão do governo para o crescimento da economia não está alinhada com a expectativa de associações do setor produtivo brasileiro consultadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Enquanto a projeção do governo Dilma Rousseff é de crescimento de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2012, uma média das previsões de 44 entidades consultadas pelo Ipea aponta para um avanço de 3,5%.
Diferenças ocorrem também na expectativa sobre a taxa de câmbio média para o ano e no crescimento da taxa de investimento. Enquanto a equipe econômica do governo projeta câmbio de R$ 1,80 no fim de 2012, as 44 entidades acreditam em uma taxa de câmbio de R$ 1,75. Em relação à Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), o Sensor prevê alta de 8,2% no ano, aquém dos 10% projetados pelo governo federal.
Para a inflação do ano, a taxa média do Sensor ficou em 5,3%, acima da meta estipulada pelo governo de 4,5% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Nesse quesito, as respostas das associações consultadas variaram entre 5,2% e 5,5%.
A previsão registrada pelo Ipea para a taxa de juros básica da economia (Selic) ficou em 9,5% ao ano - atualmente ela está em 9,75%. Em relação à geração de empregos em 2012, as entidades acreditam em criação de 1,9 milhão de postos de trabalho no ano, enquanto o governo Dilma projeta 2 milhões de novas vagas.
Entre os indicadores de comércio exterior, as projeções apresentadas pela pesquisa do Ipea para exportação e importação ficaram, respectivamente, em US$ 264 bilhões e US$ 244 bilhões.
lunes, 15 de marzo de 2010
BRASIL -TERCER EXPORTADOR AGRICOLA DEL MUNDO
Brasil já é o terceiro maior exportador agrícola do mundo
Apenas os EUA e UE vendem mais alimentos no planeta que os agricultores e pecuaristas brasileiros
Raquel Landim, de O Estado de S. Paulo
Brasil exportou US$ 64,1 bilhões em produtos agropecuários em 2008, diz OMC
SÃO PAULO - O Brasil ultrapassou o Canadá e se tornou o terceiro maior exportador de produtos agrícolas do mundo. Na última década, o País já havia deixado para trás Austrália e China. Hoje, apenas Estados Unidos e União Europeia vendem mais alimentos no planeta que os agricultores e pecuaristas brasileiros.
Meta de exportações pode subir com pacote de estímulo
Brasil deverá ter 44,5% do mercado mundial de carnes em 2020
Dados da Organização Mundial de Comércio (OMC), divulgados este ano, apontam que o Brasil exportou US$ 61,4 bilhões em produtos agropecuários em 2008, comparado com US$ 54 bilhões do Canadá. Em 2007, os canadenses mantinham estreita vantagem, com vendas de US$ 48,7 bilhões, ante US$ 48,3 bilhões do Brasil.
O ritmo de crescimento da produção brasileira de alimentos já deixava claro que a virada estava prestes a ocorrer. Entre 2000 e 2008, as exportações agrícolas do Brasil cresceram 18,6%, em média, por ano, acima dos 6,3% do Canadá, 6% da Austrália, 8,4% dos Estados Unidos e 11,4% da União Europeia. Em 2000, o País ocupava o sexto lugar no ranking dos exportadores agrícolas.
Uma série de fatores garantiu o avanço da agricultura brasileira nos últimos anos: recursos naturais (solo, água e luz) abundantes, diversidade de produtos, um câmbio relativamente favorável até 2006 (depois a valorização do real prejudicou a rentabilidade), o aumento da demanda dos países asiáticos e o crescimento da produtividade das lavouras.
"Houve uma mudança nas vantagens comparativas em favor do Brasil, que teve um custo de produção baixo para vários produtos nesse período graças aos seus recursos naturais e ao câmbio", disse o analista sênior da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Garry Smith.
Para o sócio-diretor da MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros, "o Brasil é hoje a única grande agricultura tropical do planeta". Ele ressalta que o aproveitamento da terra é melhor na zona tropical. Em algumas regiões do Brasil, é possível plantar milho depois de colher soja, o que significa duas safras no mesmo ano.
Apesar disso, 80% da produção de grãos ainda estão em áreas temperadas. Canadá, EUA e UE detêm a tecnologia, mas não conseguem ampliar sua agricultura, porque quase não têm áreas novas disponíveis e enfrentam muita dificuldade para convencer as pessoas a permanecer no campo.
Produtividade
Graças às pesquisas da Embrapa, o aumento da produtividade teve um papel fundamental no crescimento da produção agrícola brasileira. Entre 1990 e 2009, a área plantada de grãos no País subiu 1,7% ao ano, mas a produção cresceu 4,7%. "Tivemos uma forte expansão da produtividade e um aumento da área plantada entre 2000 e 2005", disse o diretor do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), André Nassar.
Segundo o sócio-diretor da Agroconsult, André Pessoa, a expansão da safra de soja e o aumento da produção de carnes foram os principais responsáveis pelo avanço recente do Brasil na exportação agrícola. No complexo soja (grão, farelo e óleo), as exportações mais do que quadruplicaram, saindo de US$ 4,2 bilhões em 2000 para US$ 17,2 bilhões em 2009. As vendas de carne bovina subiram de US$ 813 milhões para US$ 4,2 bilhões no período, e as de carne de frango, de US$ 735 milhões para US$ 5,8 bilhões.
"Saímos de uma posição insignificante para nos tornarmos maior exportador do mundo de carne bovina e de frango", disse o presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango, Francisco Turra, que era ministro da Agricultura em 1998, quando o Brasil conseguiu a certificação da Organização Internacional de Sanidade Animal (OIE) e pôde começar a exportar.
Liderança
Nos produtos tradicionais, como café, suco de laranja e açúcar, o País manteve a liderança. A participação brasileira no mercado de café oscilou entre 29% e 33% nos últimos 10 anos, apesar do avanço do Vietnã. "O Brasil é líder na exportação mundial de café desde 1860", diz o diretor executivo do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), Guilherme Braga.
No suco de laranja, o País é responsável por 80% das exportações mundiais - a maior fatia de um produto agrícola brasileiro. Dificilmente ganhará mais espaço, mas a concorrência também não está crescendo. É um setor muito consolidado, com apenas quatro empresas. "O suco é um exemplo do que vai ocorrer com a agricultura em outras áreas."
O Brasil já ocupa o primeiro lugar no ranking de exportação em vários produtos agrícolas - açúcar, carne bovina, carne de frango, café, suco de laranja, tabaco e álcool. Também é vice-líder em soja e milho e está na quarta posição na carne suína.
O País, no entanto, ainda está distante de ser o maior exportador de alimentos do mundo. Os EUA e a UE exportaram mais que o dobro do Brasil. Em 2008, os americanos venderam quase US$ 140 bilhões em produtos agrícolas, e os europeus embarcaram US$ 128 bilhões.
"Para superar esses países, temos de fazer um gigantesca lição de casa", disse o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. "O Brasil precisa de uma estratégia agrícola que englobe várias áreas do governo."
Os especialistas não arriscam prever quando ou se o Brasil vai alcançar a liderança, mas dizem que o potencial ainda é significativo, principalmente para carnes, milho e álcool. O País ainda não vende carne a alguns países por restrições sanitárias. No etanol, a exportação deve aumentar muito quando o mercado se consolidar.
Apenas os EUA e UE vendem mais alimentos no planeta que os agricultores e pecuaristas brasileiros
Raquel Landim, de O Estado de S. Paulo
Brasil exportou US$ 64,1 bilhões em produtos agropecuários em 2008, diz OMC
SÃO PAULO - O Brasil ultrapassou o Canadá e se tornou o terceiro maior exportador de produtos agrícolas do mundo. Na última década, o País já havia deixado para trás Austrália e China. Hoje, apenas Estados Unidos e União Europeia vendem mais alimentos no planeta que os agricultores e pecuaristas brasileiros.
Meta de exportações pode subir com pacote de estímulo
Brasil deverá ter 44,5% do mercado mundial de carnes em 2020
Dados da Organização Mundial de Comércio (OMC), divulgados este ano, apontam que o Brasil exportou US$ 61,4 bilhões em produtos agropecuários em 2008, comparado com US$ 54 bilhões do Canadá. Em 2007, os canadenses mantinham estreita vantagem, com vendas de US$ 48,7 bilhões, ante US$ 48,3 bilhões do Brasil.
O ritmo de crescimento da produção brasileira de alimentos já deixava claro que a virada estava prestes a ocorrer. Entre 2000 e 2008, as exportações agrícolas do Brasil cresceram 18,6%, em média, por ano, acima dos 6,3% do Canadá, 6% da Austrália, 8,4% dos Estados Unidos e 11,4% da União Europeia. Em 2000, o País ocupava o sexto lugar no ranking dos exportadores agrícolas.
Uma série de fatores garantiu o avanço da agricultura brasileira nos últimos anos: recursos naturais (solo, água e luz) abundantes, diversidade de produtos, um câmbio relativamente favorável até 2006 (depois a valorização do real prejudicou a rentabilidade), o aumento da demanda dos países asiáticos e o crescimento da produtividade das lavouras.
"Houve uma mudança nas vantagens comparativas em favor do Brasil, que teve um custo de produção baixo para vários produtos nesse período graças aos seus recursos naturais e ao câmbio", disse o analista sênior da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Garry Smith.
Para o sócio-diretor da MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros, "o Brasil é hoje a única grande agricultura tropical do planeta". Ele ressalta que o aproveitamento da terra é melhor na zona tropical. Em algumas regiões do Brasil, é possível plantar milho depois de colher soja, o que significa duas safras no mesmo ano.
Apesar disso, 80% da produção de grãos ainda estão em áreas temperadas. Canadá, EUA e UE detêm a tecnologia, mas não conseguem ampliar sua agricultura, porque quase não têm áreas novas disponíveis e enfrentam muita dificuldade para convencer as pessoas a permanecer no campo.
Produtividade
Graças às pesquisas da Embrapa, o aumento da produtividade teve um papel fundamental no crescimento da produção agrícola brasileira. Entre 1990 e 2009, a área plantada de grãos no País subiu 1,7% ao ano, mas a produção cresceu 4,7%. "Tivemos uma forte expansão da produtividade e um aumento da área plantada entre 2000 e 2005", disse o diretor do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), André Nassar.
Segundo o sócio-diretor da Agroconsult, André Pessoa, a expansão da safra de soja e o aumento da produção de carnes foram os principais responsáveis pelo avanço recente do Brasil na exportação agrícola. No complexo soja (grão, farelo e óleo), as exportações mais do que quadruplicaram, saindo de US$ 4,2 bilhões em 2000 para US$ 17,2 bilhões em 2009. As vendas de carne bovina subiram de US$ 813 milhões para US$ 4,2 bilhões no período, e as de carne de frango, de US$ 735 milhões para US$ 5,8 bilhões.
"Saímos de uma posição insignificante para nos tornarmos maior exportador do mundo de carne bovina e de frango", disse o presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango, Francisco Turra, que era ministro da Agricultura em 1998, quando o Brasil conseguiu a certificação da Organização Internacional de Sanidade Animal (OIE) e pôde começar a exportar.
Liderança
Nos produtos tradicionais, como café, suco de laranja e açúcar, o País manteve a liderança. A participação brasileira no mercado de café oscilou entre 29% e 33% nos últimos 10 anos, apesar do avanço do Vietnã. "O Brasil é líder na exportação mundial de café desde 1860", diz o diretor executivo do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), Guilherme Braga.
No suco de laranja, o País é responsável por 80% das exportações mundiais - a maior fatia de um produto agrícola brasileiro. Dificilmente ganhará mais espaço, mas a concorrência também não está crescendo. É um setor muito consolidado, com apenas quatro empresas. "O suco é um exemplo do que vai ocorrer com a agricultura em outras áreas."
O Brasil já ocupa o primeiro lugar no ranking de exportação em vários produtos agrícolas - açúcar, carne bovina, carne de frango, café, suco de laranja, tabaco e álcool. Também é vice-líder em soja e milho e está na quarta posição na carne suína.
O País, no entanto, ainda está distante de ser o maior exportador de alimentos do mundo. Os EUA e a UE exportaram mais que o dobro do Brasil. Em 2008, os americanos venderam quase US$ 140 bilhões em produtos agrícolas, e os europeus embarcaram US$ 128 bilhões.
"Para superar esses países, temos de fazer um gigantesca lição de casa", disse o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. "O Brasil precisa de uma estratégia agrícola que englobe várias áreas do governo."
Os especialistas não arriscam prever quando ou se o Brasil vai alcançar a liderança, mas dizem que o potencial ainda é significativo, principalmente para carnes, milho e álcool. O País ainda não vende carne a alguns países por restrições sanitárias. No etanol, a exportação deve aumentar muito quando o mercado se consolidar.
sábado, 23 de enero de 2010
CHINA PRIMER SOCIO COMERCIAL DE BRASIL AL CIERRE DE 2009
CHINA ES EL PRIMER SOCIO COMERCIAL DE BRASIL SUPERANDO USA
China fue el principal socio comercial de Brasil en 2009 e no los Estados Unidos de America, despues de ajustes técnicos realizados por el Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - en la balanza comercial brasilera el ano passado. Los ajustes fueron hechos despues de la divulgacion de los números de la balanza comercial de 2009, en 4 de Enero de 2010. En aquella oportunidad, los datos colocavan USA en primeiro y a China en segundo lugar en la lista de socios comerciales de Brasil, em 2009.
Con la consolidacion de los números del ano, la corriente de comércio (suma de exportaciones e importaciones) Brasil-China subio de US$ US$ 35,8 millardos para US$ US$ 36,1MMMs.Los valores con USA se mantuvo inalterado, en US$ 35,9 millardos.
Publicado por www.noticiascavenbra.blogspot.com en 14:09 0 comentarios
BRASIL - INTERCAMBIO BILATERAL CON LOS PAISES DEL MUNDO EN EL ANO 2009
EXPORTACIONES ,IMPORTACION ,CUENTA CORRIENTE ,SALDO COMERCIAL
CHINA- EXPORTAC BRASILERAS P. CHINA -20,1 MIL MILLONES US$
20.191 ,IMPORTACIONES DESDE CHINA 15.911MILLONES,
CORRIENTE DE COMERCIO 36.102 , SALDO (4,2 )MIL MILLONES
ESTADOS UNIDOS ,EXPORT DE BRASIL- 15.740 IMPORT 20.183
CUENTA CORRIENTE -35.922, SALDO (-4.443 )
ARGENTINA, EXP.DE BRASIL-12.785, 11.281 ,CC 24.066 YS 1.504
ALEMANIA ,6.175,9.866,16.041,(-3.691)
JAPON - 4.270, 5.368 ,9.637, S-(-1.098)
PAISES BAJOS (HOLANDA) ,8.150 ,972 ,9.123 S (7.178 )
COREA, REPUBLICA DA (SUL) ,2.622 ,4.818, 7.441 ,(-2.196 )
ITALIA -3.016 ,3.664,6.680 S (-647 )
FRANCIA -2.905 , 3.615 ,6.521, S (-710)
REINO UNIDO , 3.723 ,2.408 , 6.131 S (1.315 )
NIGERIA , 1.066, 4.760 ,5.827 S (-3.694 )
INDIA- 3.415,2.,2191,5.606 , (1.224 )
MEXICO - 2.676 , 2.783, -5.459, S(-108 )
CHILE ,2.657 ,2.616,5.273 -S-41
ESPANHA ,2.637 ,1.955 ,4.592, S-682
BELGICA, 3.138,1.154.CC 4.292,S-1.984
RUSIA, FEDERACION ,2.869,1.412,,1.281,1.456
VENEZUELA, 3.610 ,582,CC-4.192, S-3.029
SUISA , 1.921 ,2.050 ,3.971,-130
Para acessar o intercâmbio comercial por país ou bloco econômico, clique aqui.
China fue el principal socio comercial de Brasil en 2009 e no los Estados Unidos de America, despues de ajustes técnicos realizados por el Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - en la balanza comercial brasilera el ano passado. Los ajustes fueron hechos despues de la divulgacion de los números de la balanza comercial de 2009, en 4 de Enero de 2010. En aquella oportunidad, los datos colocavan USA en primeiro y a China en segundo lugar en la lista de socios comerciales de Brasil, em 2009.
Con la consolidacion de los números del ano, la corriente de comércio (suma de exportaciones e importaciones) Brasil-China subio de US$ US$ 35,8 millardos para US$ US$ 36,1MMMs.Los valores con USA se mantuvo inalterado, en US$ 35,9 millardos.
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BRASIL - INTERCAMBIO BILATERAL CON LOS PAISES DEL MUNDO EN EL ANO 2009
EXPORTACIONES ,IMPORTACION ,CUENTA CORRIENTE ,SALDO COMERCIAL
CHINA- EXPORTAC BRASILERAS P. CHINA -20,1 MIL MILLONES US$
20.191 ,IMPORTACIONES DESDE CHINA 15.911MILLONES,
CORRIENTE DE COMERCIO 36.102 , SALDO (4,2 )MIL MILLONES
ESTADOS UNIDOS ,EXPORT DE BRASIL- 15.740 IMPORT 20.183
CUENTA CORRIENTE -35.922, SALDO (-4.443 )
ARGENTINA, EXP.DE BRASIL-12.785, 11.281 ,CC 24.066 YS 1.504
ALEMANIA ,6.175,9.866,16.041,(-3.691)
JAPON - 4.270, 5.368 ,9.637, S-(-1.098)
PAISES BAJOS (HOLANDA) ,8.150 ,972 ,9.123 S (7.178 )
COREA, REPUBLICA DA (SUL) ,2.622 ,4.818, 7.441 ,(-2.196 )
ITALIA -3.016 ,3.664,6.680 S (-647 )
FRANCIA -2.905 , 3.615 ,6.521, S (-710)
REINO UNIDO , 3.723 ,2.408 , 6.131 S (1.315 )
NIGERIA , 1.066, 4.760 ,5.827 S (-3.694 )
INDIA- 3.415,2.,2191,5.606 , (1.224 )
MEXICO - 2.676 , 2.783, -5.459, S(-108 )
CHILE ,2.657 ,2.616,5.273 -S-41
ESPANHA ,2.637 ,1.955 ,4.592, S-682
BELGICA, 3.138,1.154.CC 4.292,S-1.984
RUSIA, FEDERACION ,2.869,1.412,,1.281,1.456
VENEZUELA, 3.610 ,582,CC-4.192, S-3.029
SUISA , 1.921 ,2.050 ,3.971,-130
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